Arquivo mensal: janeiro 2011

Amor que nos faz um

Sua bandeira sobre mim é o amor

O fogo ardeu, o anjo falou
Onde está o amor?
A glória se foi, a chuva molhou
As palavras que ainda antes o amor me mostrou
Nunca é tarde demais, não
Nunca é tarde demais
Pra descobrir o amor que vai além dos meus versos
E parece dizer, é o Senhor quem pergunta
Onde está você?
Que diz que me adora, mas não estende a mão

O amor que nos faz um
O amor é o que nos faz um
O amor se revela a mim
Como uma bandeira, verdade e graça
Um mandamento, e a nossa canção

O amor que nos faz um
O amor é o que nos faz um
O amor se revela a mim
Como uma bandeira, verdade e graça
Um mandamento, e a nossa ação

Autor: Letra e música de Marcos Oliveira de Almeida, do Palavrantiga (volume 1, 2008).

Sem querer interferir na sua leitura, veja como no começo da canção há várias referências ao movimento de “avivamento” que a igreja brasileira vivenciou no início dos anos 2000. Houve fervor, experiências, mas faltou finalidade, ação (sobre isso, leia o texto de Victor Vieira). Mas a canção evoca uma esperança: “Nunca é tarde demais” quando se tem o amor de Deus. Essa bandeira vale a pena levantar.

Natureza pecaminosa

Não há como ocultar
o que está explícito
Não há como explicar
o que nem meus próprios olhos viram

Só Tu conheces minha alma
Sabes quem sou
Olhas para mim com amor
Entendes que não sou perfeito

Conheces minhas limitações
Meus efêmeros erros

Quando devo ser constante
Inconstante sou
Quando esperas intensidade
Mostro-me vulnerável

Permito saltar de mim
a natureza de homem vil
que insiste em expor minha carne

Confirmas Teu amor
quando perdoas

Torna-me único
em meio a tantos
Torna-me tudo
mesmo não sendo nada


Autora: Luana Toledo